sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

o 59.º Aniversário dos Diamantes Negros

 No passado dia 25 reunimos mais uma vez a família mais chegada para comemorar a data.
Infelizmente não pudemos contar com a presença do Xixó e da Lena por motivos particulares.
Um almoço com músicos e amigos que proporcionou um franco convívio pela tarde fora.
Aqui ficam algumas fotos para memória futura.

Para o ano que vem vamos finalmente entrar nos Anos 60! Até lá e haja saúde!





 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Para que conste

No 59.º Aniversário da fundação dos Diamantes Negros um texto do Caínhas em 2010.

 25 De Janeiro 1964, tão longe e tão perto das nossas memórias... 

Quando alguma coisa, ou pessoa nasce, ou iniciou qualquer actividade, o primeiro dia é sempre lembrado e quiçá alvo de comemoração. Os Diamantes Negros sempre o fizeram, umas vezes mais outras menos pomposas, mas sempre a dignidade foi presença assídua.

25 De Janeiro 1964, tão longe e tão perto das nossas memórias, éramos tão novinhos, tão ingénuos e tão puros. As pessoas gostaram de nós e idolatraram-nos como se de um concerto dos melhores se tratasse. Pois são essas memórias e outras que anualmente recordamos a 25 de Janeiro, com os nossos amigos e amigas, que sempre nos acarinharam e hoje bem de cima dos nossos “sessentas” e mais alguns anos, voltamos a esse dia mágico que fez mudar as nossas vidas.

25 de Janeiro já passou há uns dias, ainda não nos tínhamos debruçado sobre a feitura de umas linhas do mesmo que foi comemorado como não podia deixar de ser. Fez-se um jantar de aniversário que teve um único organizador o nosso amigo Zé Branco Nascimento, que como lá disse o Heitor para nós sempre foi o Zé Branco e com a idade passou a Nascimento. Este Heitor para quem o conhece e conheceu como nós, está sempre a ser surpreendido com as suas imprevisíveis graçolas, como o foi a determinada altura em que o Zé fez uma alusão, como sempre divinamente bem escrita sobre os anos sessenta, culminado com um poema lido pelo Vítor Ricardo sobre o Baile da Sociedade, sem dúvida o momento mais alto da noite. Mas antes de chegar ao poema o Zé falou sobre os anos sessenta, sobretudo os acontecimentos que se passaram neste rectângulo que é o nosso país, e outros que não passaram para além das fronteiras do nosso concelho, e ao falar do abalo sísmico de final dos anos 60, do fogo na Serra de Sintra em 66 e das cheias em 67, de imediato o Heitor atalhou que andava tudo trocado, se a chuva tivesse vindo no dia do fogo nada disso tinha acontecido!

Não fiz na altura o devido agradecimento, nem ele estava à espera disso, mas teria ficado bem um agradecimento público pelo trabalho efectuado para a realização do jantar, onde ninguém meteu nem prego nem estopa, sendo tudo obra do Zé, desde os contactos, aos pormenores da ementa e realização do evento. Embora o Zé esteja sempre a barafustar com os Diamantes, que assim e assado, nunca nos faltou com a sua colaboração e eficácia, e continuamos a contar com ela, e com ele, esperamos por muitos e bons anos. Obrigado Zé.
Estivemos reunidos 25 ou 26 amigos, quase todos os ex-elementos que representaram musicalmente os Diamantes compareceram, excepção ao Luís Cardoso e ao Jaime Pereira, que foram para o Canadá como há muito estava previsto, é claro que são presenças que nunca se substituem mas o acontecimento tinha que ser assinalado, mesmo assim tudo foi feito para que através de vídeo-conferência eles participassem, mas a propagação não ajudou, mesmo assim conseguimos ouvi-los, vê-los só numa esporádica imagem estática.
Foi um convívio onde a música não marcou presença, apenas e só conversa franca, e foi muito bom.

De assinalar que cada vez mais as senhoras vêm marcando presença nestes aniversários e jantares dos Diamantes, onde antigamente e à boa maneira latina nada de mulheres, neste jantar eram sete ou oito, fizeram questão de se separar dos homens, e era vê-las e ouvi-las, não passaram despercebidas embora em minoria.

Como o tempo voa daqui a um bocadinho estará aí o quadragésimo sétimo ano depois de 25 de Janeiro de 1964, esperemos que a saúde de todos nos permita comparecer mais uma vez.

A todos um grande abraço do Caínhas



 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Mais um Diamante Negro que partiu...

 Mais um Diamante Negro que partiu...

Nosso querido Amigo, Vítor Ricardo - Manager dos Diamantes Negros...

Serás sempre recordado com muito carinho e amizade por todos nós...

Até Sempre Companheiro.................













quarta-feira, 20 de janeiro de 2021



Mais um ano de comemoração dos Diamantes Negros...

Desta vez e infelizmente não o faremos com um almoço convivio como é costume......

Vamos comemorar como os tempos modernos e o maldito virus aconselha, online para os elemnets do grupo..

Aqui vai um presentinho da ultima vez que estivemos em estudio......



Veja no YouTube dos DN´s o Concerto Inteiro dos 50 Anos dos Diamantes Negros no Olga Cadaval em Maio de 2014....

https://youtu.be/8Jjz1vJfP4I

Outros Videos Dos DN´s

https://www.youtube.com/c/DiamantesNegros

https://Atenção muito Importante: Ouvir com auscultadores os Videos




quinta-feira, 25 de junho de 2020

Uma pérola de 1967


Os Diamantes Negros ao longo da sua História sempre gostaram de registar os seus progressos. A pérola de hoje remonta a 1967 quando decidiram gravar muitas das suas músicas.
Passados todos estes anos vale a pena relembrar as cenas vividas mas melhor que qualquer outro meio será pôr os protagonistas a contar os detalhes. Ora vejamos numa troca de e-mails os pormenores:


Caínhas:

Gravado na Sociedade, no palco com o velho pano de cena, fechado. Num gravador Grundig de 4 pistas.
A formação; - Caínhas, Luís, Henrique, Carlinhos, e Xixó. 
Neste dia gravámos uma série delas, entre as quais o Lady Jane- Rolling Stones, cantada pelo Henrique.

Camena
Era um daqueles gravadores com bobines grandes, certo?
Eu tenho uma vaga ideia de assistir a qualquer coisa do género em que o gravador estava no meio da sala da S.U.S.

Xixó

Olá a Todos,

Ora bem : por existirem algumas dúvidas e incorrecções, aqui vai um esclarecimento 'técnico'.
1 - O gravador era um gravador normal, equipado com bobines de 18cm, 7 polegadas da marca BASF !!
2 - O técnico, era um craque de Cascais (creio que também fez alguns trabalhos aos Fliers...).
3 - As gravações foram feitas na Sociedade na sala junto ao palco.
-De costas para o palco : Xixó, Henrique Max e Cainhas
- De frente para o palco : Carlinhos do Saxofone e Luis Manuel (para ver os tons dos guitarristas !!!!!).
4 - Foram gravados 15 temas, dos quais 3 solados.
5 - As gravações começaram às 16 horas e acabaram às 19:15. (Obs.: os Beatles demoraram 10 horas para gravar 13 !!)
6 - As cópias das gravações, de minha propriedade .... desapareceram apesar de suspeitar onde elas estejam !!!

Esclarecidos ??

Caínhas:
Xixó querido Líder
As gravações, tens a certeza que foram feitas no teu gravador BASF, DE APENAS DUAS PISTAS ?
Já não digo nada, és capaz de ter razão, porque foi das tuas bobines que saíram as cópias, portanto deves ter razão, mas como o teu gravador era um bocado manhoso, fiquei na dúvida que tivesse feito um trabalho tão bom! AH AH AH. desculpa lá estou a brincar.
Gravamos também aquela dos SHADOWS, que nós alcunhámos do mijão, em que às tantas tu tocavas com uma lâmpada, mais esta que mandaste dos Beach Boys - Sloop John B, aquela solada pelo Sax  These Boots Are Made for Walkin, The moore I see you, cantada por ti, Lady Jane, Rolling Stones, cantada pelo Henrique, e esta dos Troggs, - With A Girl Like You,


Aqui está um registo do acontecimento:



Jaime Pereira


domingo, 5 de abril de 2020


Amigos / Amigas..

Vale a pena recordar o que foi projectado no palco do Centro Cultural Olga Cadaval em Maio de 2014 aquando dos 50 anos do Diamantes Negros, trabalho superior feito e apresentado Pelo Carlos Nascimento...

Cliquem no site abaixo descrito